Paz armada

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November 2011

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Nov 30, 201150,393 notes
Nov 30, 20111,536 notes
Nov 29, 2011214 notes
“Se olhar no espelho, se desejar um ‘Bom dia’ e acreditar que será.” —

Breno Velvet (via thiagomazzotto

)

Nov 29, 2011727 notes
“Amanhã eu volto. Hoje sou pássaro que quer voar longe, ficar a sós no seu próprio céu. Amanhã aterrisso novamente. Por hoje, deixe-me esvaziar lá no alto.” —

Camila Costa. (via camilacosta

)

Nov 29, 2011158 notes
Nov 29, 201115,264 notes
“Nunca, nunca, nunca deixe alguém te dizer que aquilo que você acredita é babaquice, que de repente o teu sonho não vai dar certo…” —Renato Russo (via a-q-u-a-r-e-l-a)
Nov 29, 20111,201 notes

cruciante:

“Repito, a alma é cheio de mistérios”

Capitu

Nov 29, 2011165 notes
Nov 28, 201149,460 notes
Nov 28, 2011576 notes
Nov 28, 201140 notes
“O céu é mar invertido.” —

Igor Pires. (via acucar-ou-adocante

)

Nov 28, 20112,476 notes
“– Rima comigo?
– Olha, eu não entendo de poesias, você sabe…
– Mas é simples.
– Simples como?
– Você precisa segurar a minha mão, apenas isso.
– E desde quando isso é poesia?
– Desde que você não solte.
– Por quê, pequena?
– Porque poesia, meu bem, a gente escreve com as vontades do coração.”
—

Camila Costa. (via camilacosta

)

Nov 28, 2011498 notes
“Era um tipo à parte. Poucas palavras, sorriso amarelo e um coração onde cabia o mundo.” —

Descuidada em “Autobiografia” (via descuidada

)

Nov 28, 201116 notes
Nov 28, 2011304 notes
Nov 28, 20111,284 notes
“Eu conheci razoavelmente bem Clarice Lispector. Ela era infelicíssima, Zézim. A primeira vez que conversamos eu chorei depois a noite inteira, porque ela inteirinha me doía, porque parecia se doer também, de tanta compreensão sangrada de tudo. Te falo nela porque Clarice, pra mim, é o que mais conheço de GRANDIOSO, literariamente falando. E morreu sozinha, sacaneada, desamada, incompreendida, com fama de “meio doida”. Porque se entregou completamente ao seu trabalho de criar. Mergulhou na sua própria trip e foi inventando caminhos, na maior solidão. Como Joyce. Como Kafka, louco e só lá em Praga. Como Van Gogh. Como Artaud. Ou Rimbaud.” —

Caio Fernando, em Morangos mofados, página 154, carta para José Marcio Penido. (via azulejar-o-ceu

)

Nov 25, 201134 notes
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Nov 25, 2011
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